Esta parte da nossa página funciona para além de informar o que fazemos, mostrar também a parte cultural, e mostrar porque são estas festas uma forma de divertimento honesta e "saudável".
Bem à moda das festas de arromba cá da beira interior, eu vou dizer como se costuma proceder, entretanto se faltar alguma coisa podem sempre pedir para acrescentar (através de e-mail) que eu ponho aqui.
A ronda à aldeia,

que se realiza normalmente à tarde de adega em adega, casa em casa e palhaçada mais brincadeira vale tanto como o próprio baile, é para além de uma forma de diversão e de beber à borla (
:D) uma forma também de unir o povo e cruzar pessoas que passam praticamente um ano sem se verem, tudo isto ao som de umas músicas e desgarradas tocadas em acordeão.

As desgarradas são um dos métodos para tornar estas rondas mais vivas
e emocionantes, onde as quadras saem pensadas ou por pensar, a maioria
do tempo fora de tempo e sempre para mandar uma risada. E este é o
espírito das rondas pelas aldeias, batendo palmas e cantando pelas ruas
adiante...
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O baile,

realizado normalmente pouco depois de jantar, é a parte forte no que toca a juntar pessoas, e nas melhores terras consegue-se ver uma sincronização e aceitação e brincadeiras como "fazer o comboio", dançar o malhão (como na foto ao lado) e fazer rodas gigantes que vão ao centro enquanto tudo grita (ohhhhhh
:D)

Mas o baile em si é dançar e divertir enquanto nós tratamos de dar música!
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Fins de baile,
quando o ambiente é propicio, algo do género acontece...